terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

GUIA DE BRINQUEDOS

0 A 2 ANOS - Corpo é primeiro "brinquedo" da criança


Antes de nascer a criança já descobre como é bom brincar. E começa já na barriga da mãe, chupando o próprio dedo, mexendo os pezinhos, chutando. Nos dois primeiros anos de vida, a descoberta do próprio corpo é fonte de prazer. Nessa fase em que a criança quer experimentar o mundo, colocar tudo na boca, tocar, cheirar, apertar, jogar, é preciso ter um cuidado especial com os brinquedos ofertados, que não podem ser muito frágeis nem ter pontas, peças pequenas, tintas tóxicas.

2 A 4 ANOS - Fantasias ajudam a compreender a realidade

No período entre os dois e quatro anos a criança vive imersa em um mundo muito particular. É a fase do imitar, das máscaras e das fantasias. Segundo especialistas, imaginando as crianças avaliam a realidade e melhoram o raciocínio, a memória e o vocabulário _por isso não é preciso trazê-la de volta ao mundo real, pois esse processo é natural. Nessa fase é possível estimular a imaginação infantil por meio de brinquedos e brincadeiras simples.

4 A 7 ANOS - Questionadora, criança começa a se socializar

Questionadora e cheia de novas habilidades, como trepar em árvores, muros, brinquedos, a criança nessa fase começa a se socializar, a buscar parceiros para suas brincadeiras. Os jogos com regras já podem ser introduzidos sem medo. Dos 4 aos 7 anos a criança também vive a fase do "estado da graça": adquire consciência de que é capaz de produzir pequenas ou grandes obras e gosta de chamar a atenção para tudo o que já consegue fazer.

7 A 12 ANOS - Desafio é competir com celular e videogame

Já no fim da infância, as crianças nessa faixa tendem a trocar os brinquedos mais tradicionais por outros da era virtual: celulares, toca-MP3, computadores e videogames. O envolvimento com esportes também se intensifica: pular corda, jogar peteca, futebol e vôlei são atividades freqüentes. Nessa fase a criança sente necessidade de pertencer a um grupo, e para isso pode inventar coleções e atividades extracurriculares. Para disciplinar o uso de videogame e TV os pais devem impor limites.












 

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