quarta-feira, 21 de maio de 2014

Dicas de como utilizar a tecnologia digital SEM a sala de aula


ü  Ensine o aluno a pesquisar na internet para tirar o melhor proveito da imensidade de informação que ela oferece.
ü  Motive os alunos a participar de projetos colaborativos, inclusive com estudantes de outras escolas no Brasil e no exterior.
ü  Valorize o uso de diferentes recursos tecnológicos para produção de trabalhos escolares, como vídeos, fotos, blogs, slides, gráficos, banco de dados, ou seja, toda e qualquer ferramenta que possa ser utilizada no dia a dia ou futuramente no mercado de trabalho.
ü  Estimule seus alunos a criarem um espaço virtual para produção de trabalhos colaborativos (uma página no Facebook, um perfil no Twitter, um blog...).
ü  O Google criou um espaço próprio para a educação, o Gloogle Play for Education com a finalidade de auxiliar os professores a buscar atividades e aplicativos educacionais.
ü  Dica – Usar aplicativos que fornecem respostas rápidas em vez de aprender determinado exercício em profundidade é um exemplo de como a tecnologia, se mal utilizada, presta um desserviço à educação. Gestores e professores devem encontrar o ponto de equilíbrio entre a utilização correta dos aplicativos e uso desregrado.

O professor e as mídias sociais – Os professores precisam conhecer e entender essa tecnologia para que sejam capazes de atender às necessidades educacionais dos alunos de hoje. Também necessitam saber ensinar e estimular seus alunos a serem bons “cidadãos digitais”. Para isso, comecem dando o exemplo.
Mais do que entreter, as redes podem se tornar ferramentas de interação valiosas para auxiliar no seu trabalho em sala de aula, desde que bem utilizadas.
Mas qual o limite dessa interação? Alguns professores criam perfis profissionais para se comunicar com os alunos. Pois bem, essa separação não existe no mundo real, o professor não deixa de ser um educador fora da sala de aula, por isso, não faz sentido possuir dois perfis.
Todo colaborador de uma instituição de ensino precisa dar bons exemplos de conduta nas redes sociais, por estas serem um espaço público frequentado por alunos. O que é postado nas redes sociais pode afetar a própria vida e a instituição.
·         Cuidado com a ortografia e gramática;
·         Não coloque fotos comprometedoras em seu álbum;
·         Cuidado com a linguagem inapropriada, provocações, polêmicas e sarcasmo. “O que você diria em sala de aula não deve ser postado na Internet”.
Uma das maneiras de interagir com seus alunos sem precisar adicioná-los ao seu perfil é criar um grupo fechado no Fabebook. Com isso, o professor pode atualizar os estudantes e até os pais sobre o que tem ocorrido na sala de aula, datas de entrega para projetos etc. Isso também possibilita que todos compartilhem ideias, trabalhos, datas, lembretes, etc.
Esses recursos de apoio não devem estar disponíveis apenas no Facebook ou no Whatsapp, porque alguns estudantes podem não fazer parte de nenhuma dessas redes. Para compartilhar materiais e exercícios sobre os conteúdos trabalhados em sala, é melhor utilizar espaços virtuais mais adequados, como um blog, portal educacional ou a intranet disponibilizada por alguns sistemas de gestão como o Notas online e a Solution.
Com alguns dias de antecedência, combine um horário com os alunos para tirar dúvidas sobre os conteúdos ministrados em sala de aula. Você pode usar os chats do Fabebook, do Google Talk, do MSN ou até mesmo organizar um Twitcam para conversar com a turma.
A grande vantagem de fazer um chat para tirar dúvidas online é a facilidade de reunir os alunos em um mesmo lugar sem que haja a necessidade do deslocamento físico.

Fonte:
Treinamento da Rabbit Partnership

Palestra “Mudanças no mercado educacional”, ministrada por Christian Rocha Coelho.

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